quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Google para historiadores


"O Google Labs, inovadora seção de aplicativos protótipos do Google, lançou no último dia 16 de dezembro o "Google Books Ngram Viewer", uma ferramenta elegante e que pode em breve se tornar um verdadeiro aliado para pesquisadores, professores ou mesmo estudantes. O "Books Ngram Viewer" utiliza o banco de dados do "Google Books" (sistema de livros digitalizado online para consulta gratuita) para contar quantas vezes um mesmo nome, frase, termo, expressão ou conceito foi utilizado entre 1800 e 2000. Assim, com apenas alguns cliques é possível saber em menos de um segundo a trajetória de uma palavra ao longo de dois séculos de cultura escrita e descobrir um pouco mais sobre as tendências culturais, políticas e sociais de nosso tempo. Em sua tela, o internauta precisa preencher apenas três espaços: palavra(s), período e a língua a ser pesquisada. Depois, basta clicar em "Search lot of books". O sistema, então, irá consultar um banco de dados de mais de 500 bilhões de palavras, divididas entre 5 milhões de livros, publicados entre 1800 e 2008 e digitalizados pelo Google nos últimos anos. Essa consulta - que não leva mais do que dois segundos - gera um gráfico no qual é possível observar a evolução (ou involução) de uma palavra ao longo do tempo. Para os historiadores, o programa desenvolvido pelo Google é uma ferramenta incrível de auxílio à pesquisa. Como bem se sabe, as palavras não são entidades estáticas, programadas para ter um começo, meio e fim. Mas pelo contrário: são vivas, políticas, sujeitas à ação dos homens em sociedade. E o Books Ngram Viewer mostra muito bem isso. Com ele torna-se possível identificar quais termos são mais sensíveis que outros, desvendar dimensões até então pouco abordadas da memória social e outros processos polítcos e sociais de diversos períodos históricos".

Site: http://ngrams.googlelabs.com/

Fonte: Café História

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Jornais e revistas online

O site indekx disponibiliza na internet o link de jornais e revistas de várias partes do mundo, boa leitura!

Site: http://www.indekx.com/

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

História da África para Download


Coleção “História Geral da África” ganha edição em língua portuguesa e pode ser baixado por qualquer pessoa através do site da Unesco. São mais de seis mil páginas que prometem melhorar ainda mais o ensino de história nas escolas brasileiras. A obra possui 6 mil páginas e encontra-se dividida em 8 volumes: I) "Metodologia e Pré-História da África"; II) África Antiga; III) África do século VII XI; IV) África do século XII ao XVI; v) África do século XVI ao XVIII; VI) África do século XIX à década de 1880; VII) África sob dominação colonial, 1880-1935; VIII) África desde 1935. Tudo isso foi produzido por mais de 350 especialistas das mais variadas áreas do conhecimento, sob a direção de um Comitê Científico Internacional formado por 39 intelectuais, dos quais dois terços eram africanos. E é justamente por este último aspecto que "História Geral da África" vem sendo considerada uma obra de valor único e inédito. O Ministério da Educação irá distribuir a coleção para bibliotecas públicas municipais, estaduais e distritais; bibliotecas das Instituições de Ensino Superior, dos Polos da Universidade Aberta do Brasil, dos Núcleos de Estudos Afro-Brasileiros, dos Conselhos Estaduais ou Distrital de Educação. Os oito volumes estão disponíveis também para download nos sites da UNESCO.

Site da UNESCO: http://www.unesco.org/pt/brasilia

Fonte: Café História

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Memória da educação

“Memória da Educação” é um site direcionado a pesquisadores e interessados nos documentos sobre a história da educação nos séculos XIX e XX que integram o acervo do Arquivo Público do Estado de São Paulo. São disponibilizados relatórios, dados estatísticos, instruções pedagógicas, revistas, trabalhos escolares, ou seja, uma multiplicidade de tipos documentais que permitem uma aproximação do pesquisador com a complexidade dessa temática.

A memória da educação paulista conta com uma diversidade de atores, de visões e de temporalidades. Em cada tipo de documentação pode-se vivenciar um pouco da história da educação no campo, na cidade, no litoral, contada pela ótica de alunos, professores, inspetores, diretores. As relações, discordâncias e ausências em seus discursos permitem que se chegue um pouco mais perto das experiências educacionais das gerações passadas.

Variados caminhos convergem nessa documentação: podemos apreender o desenrolar dos métodos pedagógicos, as modificações na estrutura física e patrimonial da educação pública, mas também é possível conhecer diversos aspectos da vida cotidiana da sociedade, através de suas relações com o meio escolar. Bom exemplo disso é a utilização dos prédios de vários grupos escolares e escolas como quartéis nas Revoluções de 1930 e 1932, fartamente referenciada em documentos desse período.

Novos documentos serão acrescentados gradativamente no site, cobrindo outros períodos e níveis de ensino a fim de proporcionar um maior conhecimento e acesso aos segmentos de nosso acervo que versam sobre esse tema.

Site para pesquisa: http://www.arquivoestado.sp.gov.br/educacao/index.php

Arquivo político sobre os EUA


"A pesquisa histórica está se tornando se uma atividade cada vez mais fácil e estimulante. Pelo menos é o se pode inferir após visitar sites como o “The Avalon Project – Documents in Law, History and Diplomacy” e o “The Free Information Society”. Recentemente, esses dois sites resolveram democratizar o acesso a documentos históricos importantes e, assim, prestaram um grande serviço a milhares de historiadores em todo o mundo. São centenas de textos, imagens e até mesmo sons que ajudam a contar um pouco da história dos últimos cinco séculos, registros que estariam condenados por traças e pelo envelhecimento natural não fosse o esforço de instituições e pessoas empenhadas em conservá-los e copiá-los. O primeiro destes sites, o "The Avalom Project" pertence a Biblioteca Lillian Goldman, da Escola de Direito da Universidade de Yale. O objetivo do projeto é reunir documentos históricos digitalizados relevantes para os campos do direito, da história, da economia, da política, da diplomacia e da administração pública. No site, o internauta encontra uma linha do tempo dividida da seguinte forma: Mundo Antigo (400 ac. - 399), Medieval (400-1399), Século XV, XV, XVI, XVII, XVIII, XIX, XX e XXI.

Grande parte dos documentos refere-se a episódios da história dos Estados Unidos. No entanto, é possível encontrar coleções que cobrem diversos outros países. Há, por exemplo, a coleção "Brazilian-American Diplomacy", que reúne tratados e protocolos da diplomacia brasileira nos séculos XIX e XX. Outra preciosidade disponibilizada pelo "Project Avalon" é a "Constitution of the International Refugee Organization", documento produzido pelas Nações unidas em 1946, em Genebra, para ajudar refugiados após a Segunda Guerra Mundial".

Para acessar o projeto: http://avalon.law.yale.edu/about/purpose.asp

Para ver a lista completa de discursos históricos gravados:http://www.freeinfosociety.com/media_index.php?cat=8&type=3&start=200

Fonte: Café História

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Imprensa Alternativa


O acervo Imprensa Alternativa foi doado, em 1992, ao Arquivo da Cidade pela Fundação RIOARTE, órgão da Secretaria Municipal de Cultura/Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro. Acumulado por iniciativa de Maria Amélia Mello, coordenadora do Centro de Cultura Alternativa, foi criado em 1980, quando era presidente daquela fundação o escritor José Rubem Fonseca. A intenção do Centro, ao acumular este conjunto de periódicos, foi a de "catalogar o que produziu o país na imprensa alternativa e na produção cultural independente nos anos 60/80."

Site: http://www0.rio.rj.gov.br/arquivo/acervos-imprensa.html

Biblioteca Carioca

A Biblioteca Carioca foi criada por inspiração do professor Afonso Carlos Marques dos Santos, quando diretor do Departamento de Documentação e Informação Cultural da Secretaria Municipal de Cultura, no ano 1986, com o lançamento do livro A era das demolições: habitações populares. Este projeto, responsável pela publicação de 44 livros, foi extinto em 2001, após ter prestado enorme contribuição aos estudos sobre a cidade, enriquecendo sobremaneira a literatura especializada sobre o Rio de Janeiro. Deste acervo bibliográfico constam teses de mestrado e doutorado sobre a história da cidade, um instrumento de pesquisa sobre Aforamentos, dois catálogos das obras de João do Rio e do fotógrafo Augusto Malta, duas obras de ficção, uma obra contendo fotografias sobre os protestos de 1968, além de livros de cronistas que tomaram o Rio de Janeiro como tema ou cenário de suas criações. Cumpre acrescentar que os títulos que compõem esta coleção ou foram premiados no Concurso Carioca de Monografias ou indicados pelo seu Conselho Editorial. Textos disponíveis em formato PDF.

Site: http://www0.rio.rj.gov.br/arquivo/publicacoes-biblioteca.html

Decretos do Prefeito Marcos Tamoyo - RJ


Marcos Tamoyo foi prefeito da cidade do Rio de Janeiro logo após a fusão entre os estados do Rio de Janeiro e o estado da Guanabara, entre 1975 e 1979. Os decretos emitidos na sua gestão estão disponíveis para consulta on-line, tratando de assuntos vários, sobretudo da estruturação da administração do novo município.

Site: http://decretosmunicipais.rio.rj.gov.br/

Acervo Iconográfico Augusto Malta


Augusto Malta foi o primeiro fotógrafo da administração municipal, contratado pelo prefeito Pereira Passos para captar as imagens dos imóveis que seriam derrubados para as obras de urbanização do
Rio de Janeiro, iniciadas em 1903. Sua sensibilidade de artista levou-o a fotografar inúmeros outros acontecimentos, proporcionando um painel do Rio Antigo, entre 1903 e 1937. As imagens captadas por Malta, pertencentes do acervo do Arquivo da Cidade e ao Museu da Cidade, estão disponíveis para consulta on-line.

Site: http://portalaugustomalta.rio.rj.gov.br/

domingo, 14 de novembro de 2010

Um filme que vale a pena assistir....


Essa é de fato uma boa comédia! O filme suiço "Minha quase verdadeira história" brinca ser a única a contar a “real” situação de Adolf Hitler como Führer da Alemanha e do Partido Nazista. Hitler é retratado como uma pessoa depressiva, carente, insegura, que sofreu maus tratos do pai na infância, e até sexualmente impotente, e que devido a essas circunstâncias teria descontado toda sua ira nos Judeus, homossexuais e ciganos. A história se passa em dezembro de 1944 quando Hitler está perdendo a guerra e as vésperas de fazer um grande discurso de vitória a nação Alemã. O Ministro da Propaganda Joseph Goebbels tem a idéia de tirar dos campos de concentração o renomado ator judeu Adolf Grünbaum para ajudar o ditador a superar sua depressão e apresentar-se dignamente ao povo, porém isso é apenas parte de um complô para assassinar o Führer e formar um novo governo na Alemanha. Durante esse processo muitas situações engraçadas e impensadas vão acontecer. Vale a pena conferir!

sábado, 13 de novembro de 2010

Coleção Alexandre Rodrigues Ferreira


Alexandre Rodrigues Ferreira nasceu na Bahia em 27 de abril de 1756 e faleceu em Lisboa em 23 de abril de 1815. Foi indicado por Domingos Vandelli e nomeado em 1778 pela Rainha D. Maria I, para chefiar a comissão científica encarregada de empreender viagem pelas capitanias do Grão-Pará, Rio Negro, Mato Grosso e Cuiabá.

A Expedição Filosófica partiu do porto de Lisboa em 1 de setembro de 1783, levando, entre outras pessoas, os riscadores José Joaquim Freire e Joaquim José Codina, e o jardineiro botânico Agostinho Joaquim do Cabo. A expedição chegou a Belém em 21 de outubro de 1783 e durou nove anos. A partir dela foram gerados vários trabalhos e anotações sobre a região amazônica, registrando informações sobre a fauna, flora e seus habitantes.

Após a morte de Alexandre Rodrigues Ferreira, organizou-se uma relação de seus manuscritos e papéis. Esta relação e os manuscritos foram entregues, por ordem do Visconde de Santarém a Félix de Avelar Brotero em 5 de julho de 1815 para que ficassem sob a guarda e conservação do Real Museu d’Ajuda. A documentação permaneceu no Museu até o ano de 1838, quando foram transferidos para a Academia Real de Ciências, a fim de que Manoel José Maria da Costa e Sá, por ordem da mesma Academia, desse seu parecer para a publicação das obras concernentes à viagem filosófica de Alexandre Rodrigues Ferreira pela América Portuguesa no final do século XVIII. A publicação não se concretizou e os documentos se dispersaram entre várias instituições e colecionadores.

O acervo da Biblioteca Nacional que compõe a Coleção Alexandre Rodrigues chegou à instituição em diversas épocas e através de diferentes pessoas e instituições. A coleção se constitui de documentos produzidos durante a Viagem Filosófica, além de outros adquiridos por Alexandre Rodrigues Ferreira para auxiliar seus estudos. Constam também sua correspondência e documentos produzidos por terceiros sobre ele e sua expedição. Existem hoje, nesse acervo, 191 documentos textuais e aproximadamente 1.500 desenhos, representando, em sua maioria, a botânica e a fauna do Brasil no século XVIII.

Em 1876, Alfredo do Vale Cabral, bibliotecário desta instituição realizou um trabalho de mapeamento dos registros manuscritos e iconográficos produzidos pela Expedição Filosófica de Alexandre Rodrigues Ferreira pelo Brasil. Esse trabalho, publicado nos Anais da Biblioteca Nacional nos volumes 1, 2, e 3 serve, ainda hoje, como principal fonte de referência para aqueles que desejam conhecer melhor a produção documental realizada pelos cientistas da Real Expedição Filosófica ao Brasil. Graças a um financiamento da Fundação Vitae todos os manuscritos da Coleção Alexandre Rodrigues Ferreira da Biblioteca Nacional foram restaurados, encadernados e microfilmados e as estampas fotografadas e digitalizadas.

Site: http://bndigital.bn.br/projetos/alexandre/Index.html

Collecção D. Thereza Christina Maria


Como parte das comemorações do bicentenário da chegada da Família Real portuguesa ao Brasil, a Biblioteca Nacional, com o apoio da Fundação Getty, lança um site dedicado à coleção fotográfica do Imperador Pedro II. Este conjunto, composto por cerca de 23 mil fotografias, é parte integrante da biblioteca particular do Imperador e por ele doada, em testamento, em sua maior parte, à Biblioteca Nacional, denominada “Collecção D. Thereza Christina Maria”, em homenagem à Imperatriz. Trata-se da maior doação já recebida pela Biblioteca Nacional. O acervo fotográfico da “Collecção D. Thereza Christina Maria”, é composto por imagens referentes ao Brasil e ao mundo do século XIX, que retratam a realidade do período e refletem a personalidade do Imperador e seus interesses.

Site: http://bndigital.bn.br/projetos/terezacristina/apresentacao.htm


Selos


Uma dica!!!! Descobri um site de filatelistas que vende diversos selos com temáticas variadas, o lance interessante para os pesquisadores é que podemos baixar as imagens e fazer uma pesquisa sobre a História dos selos e o contexto de sua produção. Boa pesquisa!

Site: http://www.oselo.com.br/index.php?cPath=584&haven=227afc83e8fb98de0eaedff04b5f66c9

Guerra do Paraguai

Para os interessados em pesquisar sobre a Guerra do Paraguai existe um site que disponibiliza várias fontes sobre o assunto: fotografias, litografias, coleção de uniformes e outras fontes, vale a pena conferir!

Site: http://bndigital.bn.br/projetos/guerradoparaguai/index.html

Periódicos e literatura


"Mesmo se considerando as diferenças entre o discurso da atualidade e o da ficção, a atividade literária sempre esteve ligada à prática do jornalismo. É um relacionamento, de certa maneira, tenso, embora constante e certamente não exclusivo do Brasil ou de países sul-americanos. Mas entre nós isso sempre foi muito evidente, especialmente a partir do Segundo Reinado. Não se vivia das letras sem o concurso do jornal. Essa convivência, diz-se, teria sido deixada para trás pela profissionalização intensiva do jornalismo, restando apenas em formações textuais de compromisso entre atualidade e ficção, a exemplo da crônica ou da técnica narrativa. Há, porém, muito mais a ser revelado e dito, conforme nos assegura o projeto Periódicos Literários: publicações efêmeras, memória permanente, desenvolvido por pesquisadores e técnicos da Fundação Biblioteca Nacional vinculados ao grupo ARS - Arte Realidade Sociedade (FBN-CNPq). O projeto aproxima o acervo de periódicos da Biblioteca Nacional da escrita que resulta da hegemonia contemporânea do computador. É grande a expectativa quanto aos resultados". (Muniz Sodré - Presidente da Fundação Biblioteca Nacional)

Endereço: http://bndigital.bn.br/projetos/periodicosliterarios/index.htm

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

A França no Brasil


Para os interessados em pesquisar a ocupação francesa e o imaginário social produzido na França sobre o Brasil o site abaixo é a melhor opção. Boa pesquisa!


Endereço: http://bndigital.bn.br/projetos/francebr/index.htm

Rede da Memória Virtual Brasileira

A Rede da Memória Virtual Brasileira é um projeto da Biblioteca Nacional que disponibiliza um vasto material digitalizado sobre a História do Brasil: costumes, índios, alimentação, literatura, política e muito mais, vale a pena conferir!

Site: http://bndigital.bn.br/projetos/redememoria/

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Projeto Portinari


O Pesquisador das áreas de engenharia de telecomunicações e de matemática, João Candido Portinari deixou a carreira acadêmica de lado há 35 anos, quando decidiu se dedicar integralmente a um projeto grandioso: localizar, digitalizar e catalogar as mais de 5 mil obras de seu pai, Candido Portinari (1903-1962), um dos principais artistas brasileiros. O Projeto Portinari conseguiu disponibilizar em forma digital praticamente toda a obra do artista. De acordo com João Candido, a iniciativa é uma forma de reconhecimento da obra de seu pai: com a maior parte de seus quadros dispersa em coleções privadas de todo o mundo, o pintor que dedicou sua vida a retratar o povo tem sua obra inacessível ao público geral.Depois de 20 anos de pesquisas, qualificadas por João Candido como “um verdadeiro trabalho de detetive”, toda a obra foi catalogada. Nos últimos 13 anos, o Projeto Portinari tem divulgado a obra do pintor por todo o Brasil, realizando exposições itinerantes em comunidades afastadas, com foco especial nas crianças.

Endereço do Projeto Portinari: http://www.portinari.org.br/

Fonte: http://www.agencia.fapesp.br/materia/12986/entrevistas/portinari-na-internet-e-para-todos.htm

Ainda estamos na ditadura?

Nesses últimos dias venho me perguntando se a ditadura de fato acabou ou se estamos vivendo apenas um disfarce democrático. No dia 01 de novembro o historiador e professor da UFRJ Carlos Fico, anunciou a sua renúncia no projeto Memórias Reveladas, criado pelo Governo Federal para reunir e divulgar os documentos secretos do regime militar. A decisão, segundo ele, foi tomada depois que o Arquivo Nacional passou a negar aos pesquisadores acesso aos acervos da ditadura "sob alegação de que os jornalistas estariam fazendo uso indevido da documentação, buscando dados de candidatos envolvidos na campanha eleitoral". Chega a ser constrangedor a dificuldade que os historiadores enfrentam para ter acesso a uma documentação que em tese, era para estar disponível nas instituições de pesquisa. Para piorar a situação ocorreu outro fato lamentável, dessa vez em Fortaleza, o jornal Diário do Nordeste demitiu, dia 18 de outubro, o jornalista Dawton Moura, por ter escrito e editado matéria no Caderno 3 sobre as revoluções marxistas que marcaram os séculos XIX e XX. O caderno especial, de seis páginas, foi considerado pela direção da empresa "panfletário" e "subversivo", além de "inoportuno ao momento atual". Tendo, entre outras fontes, o filósofo Michael Löwi, que estaria na cidade para lançar o livro "Revoluções". Pelo que parece a democracia não pode existir durante o período eleitoral. Será que ainda estamos na ditadura?

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Documentos da Câmara dos Deputados estão disponíveis para pesquisa

O site da Câmara dos Deputados publicou as suas edições antigas e novas do Governo Federal: Diário do Congresso Nacional, Diário da Câmara dos Deputados, Assembléias Nacionais Constituintes e Anais da Câmara dos Deputados. A temporalidade encontra-se disponível da seguinte forma:

-Diários da Câmara dos Deputados: a partir de 16 de novembro de 1890
-Diários do Congresso Nacional: a partir de 1º de agosto de 1953
-Anais da Câmara dos Deputados: 29 de abril de 1826 a 17 de junho de 1974
-Anais e Diários das Assembléias Constituintes: 17 de abril de 1823 a 01 de junho de 1994


Site: http://imagem.camara.gov.br/diarios.asp

Fonte: Café História

Documentos oficiais de todos os estados foram digitalizados


No site Jusbrasil o pesquisador tem acesso, na íntegra, ao conteúdo digitalizado de Diários Oficiais: Diários Oficiais dos Estados, da União, da Justiça, do Supremo Tribunal Federal, do Supremo Superior de Justiça e de todos os tribunais regionais da federação. São milhares de edições, que cobrem praticamente todo o século XX. São espaços oficiais do poder brasileiro no qual foram discutidas centenas de fatos, pessoas e leis que fazem parte da história do Brasil. O JusBrasil auxilia no cumprimento da determinação constitucional de publicidade dos atos oficiais e jurídicos a partir do momento em que permite, com uma simples busca, que qualquer página de sua base de mais de 50 milhões de documentos seja facilmente encontrada, por qualquer cidadão brasileiro.

Site: http://www.jusbrasil.com.br/noticias

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

A morte do lendário faraó Tutankamón





O jovem e lendário faraó Tutankamón, que teria morrido misteriosamente há mais de 3 mil anos, faleceu, na verdade, de malária combinada com uma infecção óssea, segundo um estudo divulgado nesta terça-feira nos Estados Unidos.

Tutankamón morreu tão jovem – aos 19 anos, em 1324 a.C., com apenas nove anos de trono, sem deixar herdeiros – o que levou especialistas a especularem sobre a hipótese de doenças hereditárias na família real da XVIII dinastia, explica Zahi Hawass, responsável pelas antiguidades egípcias no museu do Cairo e principal autor do estudo.

Os pesquisadores se apoiaram em vários métodos, entre eles a radiologia e as análises do DNA para o trabalho, realizado em 16 múmias, com onze delas, incluindo a de Tutankamón, sendo, aparentemente, membros da família real.

O estudo, realizado entre 2007 e 2009, buscava determinar os vínculos de parentesco e de sangue, e a existência de características patológicas hereditárias em Tutankamón. Os mesmos permitiram identificar o pai do faraó, marido da lendária rainha Nefertiti.

“Estes resultados permitem pensar que uma circulação sanguínea insuficiente dos tecidos ósseos, que debilitou e destruiu parte da ossatura, combinada com malária, foi a causa mais provável da morte de Tutankamón”, ocorrida após uma fratura, explica Zahi Hawass, com trabalhos divulgados no jornal da Associação Médica americana (Jama) na edição de 17 de fevereiro.

O diagnóstico pôde ser estabelecido sobretudo graças aos exames genéticos, que revelaram uma série de más-formações na família Tutankamón, como a doença de Kohler, que destrói células óseas.

As análises de DNA também puseram em evidência a presença de três genes vinculados ao parasita Plasmodium falciparum, responsável pela malária em quantro múmias estudadas, entre elas a de Tutankamón.

Tutankamón e seus ancestrais eram pouco conhecidos até a descoberta, em 1992, de sua tumba pelo britânico Howard Carter, que continha um grande tesouro, incluindo uma máscara mortuária em ouro maciço.

O estudo parece abrir as portas a um novo enfoque de investigação em genealogia molecular e paleogenômica do período faraônico, opinam os cientistas.

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/cultura/2010/02/16/farao+tutankamon+morreu+de+malaria+combinada+com+infeccao+ossea+9399533.html

Acervo de Tom Jobim



O maestro Antonio Carlos Jobim não era um homem organizado. Em sua casa, partituras e letras de música viviam espalhadas nas gavetas e, por vezes, desapareciam. Em 1980, sua segunda mulher, Ana Lontra Jobim, decidiu dar um basta nisso. Prevendo que esse material poderia ser precioso no futuro, ela convidou a museó-loga Vera Alencar – a quem o maestro, bem-humorado, passou a chamar de "minha taxidermista" (especialista em empalhar animais) – para organizá-lo. Foi o embrião do Instituto Antonio Carlos Jobim, criado em 2001, sete anos após a morte do maestro. Dirigida pelo primeiro filho de Tom, Paulo Jobim, a instituição se tornou um exemplo raro no país. Em geral, o acervo pessoal de um autor, quando está disponível para consulta, fica restrito a pesquisadores dispostos a se embrenhar em pilhas de papéis velhos, empoeirados e mal organizados. O instituto disponibiliza pela internet para qualquer interessado, quase todo o arquivo privado do maestro. O site recebe 400 visitantes por dia. Agora, o instituto vai finalizar a organização dos últimos documentos que ainda ficaram em poder da família. "A ideia é que todo o acervo, a não ser coisas muito sensíveis, que podem afetar terceiros, esteja disponível on-line", diz Paulo Jobim. São mais de 30 000 documentos de texto, foto, vídeo e áudio. Entre eles, peças deliciosas como as que mostram os rascunhos de músicas ou gravações caseiras no seu velho piano Welmar. O esboço de Wave é um desses tesouros. A canção foi feita em 1967, num hotel de Los Angeles, quando o maestro esperava impaciente a ligação de Frank Sinatra, com quem gravaria um disco naquele ano. Wave nasceu com uma letra em inglês, que começa com o verso "So close your eyes". De volta ao Brasil, Tom pediu ajuda a Chico Buarque para fazer uma letra em português. Mas a parceria não foi adiante. Chico fez apenas o primeiro verso, "Vou te contar", e desapareceu. Tom levou meses para escrevê-la sozinho. Todo esse esforço aparece transcrito no caderno de rascunhos. O maestro começa rabiscando versos duros: "Vou te contar / Das coisas que me trouxe o mar / Da correnteza que era forte / Longe das docas onde o mar vai descansar". Nas páginas seguintes, arrisca novas frases que vão se aproximando do formato final: "Melhor é não ter medo de amar / Melhor sofrer do que ficar sozinha".

Outro rascunho interessante é de Desafinado, escrito no fim da década de 50 em parceria com Newton Mendonça. A versão preliminar é tosca: "Se você insiste em padronizar / Me classificando antimusical / Sou moderno e posso até provar: / Com fita durex / Enrolei meu coração". Mais adiante, Tom anotou a ideia que resultaria em um de seus versos mais famosos ("Fotografei você na minha Rolleiflex"). Algumas canções do acervo permanecem inéditas. Uma delas chama-se João Barandi e foi escrita em dupla com o "bruxo" Lourival de Freitas, amigo e conselheiro de Tom Jobim. A insólita parceria mostra um lado pouco conhecido do maestro. Lourival, que era médium, dizia encarnar o espírito de Nero, o imperador romano, para fazer operações espirituais. Tom chegou a participar de algumas delas tocando músicas que serviam como "anestesia" para os pacientes. Numa fita caseira, com quase uma hora de duração, o maestro canta e dedilha em seu piano a canção, que nunca foi concluída.

Há dois anos, o instituto começou a organizar e digitalizar também o acervo de terceiros. Todos eles amigos do maestro. Em julho, foi finalizada a catalogação dos documentos pessoais de Dorival Caymmi. Antes dele, a instituição já havia digitalizado os do urbanista Lúcio Costa. Ambos estão disponíveis na internet. Agora, o instituto trabalha no acervo de Chico Buarque. Seus arquivos também são recheados de rascunhos, como o de Retrato em Branco e Preto, uma das primeiras parcerias com Tom Jobim, de 1968. Nele, por detrás das rasuras, aparece uma estrofe só reconhecível pela primeira frase: "Pra lhe dizer que isso é pecado / E meu amor tão descuidado / Volta pro seu lado / Pra morrer na escuridão". Na mesma folha, Chico se emenda com os versos que ficaram clássicos: "Eu trago o peito tão marcado / De lembranças do passado / E você sabe a razão".

Site: http://www.jobim.org/acervo/acervodigital.html

fonte: http://veja.abril.com.br/091209/tons-mestre-p-122.shtml


Fundação Joaquim Nabuco


A Fundação Joaquim Nabuco faz parte do Programa de Desenvolvimento da Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação, o Núcleo de Digitalização é um dos projetos prioritários da Diretoria de Documentação da Fundação. Está sob a coordenação do Centro de Documentação e de Estudos da História Brasileira e da Coordenação Geral de Informação e Tecnologia. O objetivo do projeto é contribuir para a preservação do acervo documental, facilitando o acesso do público à boa parte do valioso e diversificado patrimônio histórico-cultural da Instituição, além de possibilitar uma melhor integridade física dos documentos originais, uma vez que, dessa forma, o manuseio será cada vez mais restrito.Existem no acervo digitalizado as seguintes coleções: cordéis, obras do Joaquim Nabuco, cartões-postais, rótulos de cigarros, livros, Katarina real e a coleção Francisco Rodrigues com fotografias do século XIX e XX.

Site: http://digitalizacao.fundaj.gov.br/fundaj2/modules/home/index.php

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Como fazíamos sem professor?

Na Pré-História, a tarefa de educar cabia a todos os adultos
por Lívia Lombardo (Revista Aventuras na História)

Desde que a linguagem surgiu, a educação ajuda o homem a garantir a sobrevivência. Ela permite que as habilidades e os conhecimentos adquiridos com a experiência sejam repassados para as gerações seguintes. Mas, por muitos séculos, não existiam professores, e todos os adultos transmitiam informações aos jovens. Isso acontecia de forma oral e espontânea. Com o desenvolvimento da escrita, apareceu a necessidade de que pessoas especializadas garantissem a formação, realizada de formas diferentes, dependendo da cultura local. Esparta, por exemplo, priorizava o treinamento físico. Todo menino tinha um tutor, que exercia a função por amizade e não recebia pelo serviço. Já os atenienses foram os primeiros a cobrar para transmitir seus ensinamentos, inaugurando assim a profissão docente. Para eles, a educação era constituída pela parte física, com professores chamados de kitharistés, e pela intelectual, ministrada pelos paidotribés. Mais tarde, surgiu um outro tipo de cargo, o grammatistés, cuja função era ensinar a ler e a escrever. No século 5 a.C., ganharam espaço os sofistas, educadores ambulantes remunerados. Em Roma, também esses profissionais itinerantes se chamavam retores. Havia ainda os lud magister, professores primários que alfabetizavam os mais pobres. Durante a Idade Média, a educação ficou a cargo da Igreja, que a restringia a membros do clero. A partir do ano 789, todo mosteiro tinha uma escola. Os professores não faziam cursos para ministrar aulas, situação que só mudou a partir do século 19. No Brasil, os jesuítas dominaram o sistema de ensino de 1549 até 1759, quando foram expulsos do país. Ainda no século 18, surgiram os educadores profissionais. Nossa primeira escola de formação de educadores foi fundada no século seguinte, em 1835, na cidade de Niterói, no Rio de Janeiro.

Hoje 15 de outubro é comemorado o dia do professor, porém sabemos que as datas comemorativas seguem uma historicidade nem sempre elogiosa, mas assim mesmo deixo minha homenagem de parabenização a todos os professores que lutam TODOS OS DIAS ,por um mundo melhor, com mais oportunidades e justiça para todos.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Famosa foto do Hitler foi provavelmente falsificada



Uma foto de 1914 mostrando um jovem famoso Adolf Hitler no meio da multidão em um comício durante a Primeira Guerra Mundial - que os nazistas mais tarde utilizaram como uma imagem de propaganda - foi provavelmente falsa. O historiador Gerd Krumeich tem estudado a imagem e sua história e concluiu que Hitler era sobreposto para dar credibilidade à imagem do líder nazista como um patriota e um homem do povo, o jornal Die Welt noticiou nesta quinta-feira (07 de out,2010).

(
A foto foi tirada pelo fotógrafo Heinrich Hoffmann em um comício em apoio à guerra contra os aliados na Odeonplatz de Munique, a 2 de agosto de 1914).

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Revista "O Cruzeiro" foi digitalizada



Todo o acervo da revista "O Cruzeiro" foi digitalizado, sua atuação foi pelos anos 20 até meados dos anos setenta, era especializado em biografias de pessoas famosas da recente História do Brasil.De acordo com o editorial do site: “Não são reproduções de páginas de O Cruzeiro. É uma versão on line mesmo. Com atualização semanal, o internauta poderá ver a capa da revista, entrar no sumário, escolher a matéria, ler na íntegra, ver as fotos tratadas... do mesmo jeito que se vê no site de uma revista atual”. Lá, será possível se encantar com a primeira edição, de 1928, e a última, de 1975. Também estão disponíveis as dez primeiras capas e outras curiosidades.

Site: http://www.memoriaviva.com.br/ocruzeiro/

Chimamanda Adichie: O perigo de uma única história - Parte 2

Chimamanda Adichie: O perigo de uma única história - Parte 1

sábado, 9 de outubro de 2010

Museu virtual do Cartoon

Este é um museu que partilha da atenção que, na cidade do Porto, tem sido dada ao cartoon desde 1997. Insere-se no quadro da Galeria Internacional do Cartoon e visa a divulgação global de um conjunto de referências que assinalam a importância do desenho de humor no mundo. Ainda em fase experimental, este Museu Virtual do Cartoon deve ser visto como um espaço dinâmico que se vai alargando em personagens, temas, galerias, etc., à medida que o tempo flui. Pretende valorizar a linguagem universal do cartoon, numa linha de excelência do humor. Do passado ao presente. E na certeza de que é inextinguível a capacidade humana de rir e fazer rir, mais antiga do que os vestígios deixados nas cavernas pré-históricas.

Site: http://www.cartoonvirtualmuseum.org/i_abertura_f.htm

Museu virtual dos transportes urbanos

Conheça um pouco sobre a história e o desenvolvimento do transporte urbano. É possivel acesar por estados, ver imagens e conhecer um pouco a história do desenvolvimento de cada local.

Site: http://www.museudantu.org.br/principal.asp

Museu Virtual da RTP - Portugal


O Museu Virtual da RTP é uma viagem interativa através da História do cinema, rádio, carros, objetos e muito mais, visite vale a pena!


Site: http://museu.rtp.pt/#/pt/intro

Diário do Comércio inaugura Museu da Corrupção Online


O jornal Diário do Comércio lançou o Museu Virtual da Corrupção, que visa lembrar os escândalos políticos que marcaram a História do país. O Museu foi desenhado pelo arquiteto mineiro Rodrigo de Araújo Moreira e preenchido pelo trabalho de pesquisa da jornalista Kássia Caldeira. O internauta encontrará no Museu a completa relação dos escândalos políticos desde de os anos 1970 e grande parte das ações realizadas pela Polícia Federal (PF) durante os últimos 39 anos. Haverá também uma seção com sugestões de links sobre o tema e outra com publicações recomendadas sobre o assunto.O passeio termina em uma lojinha de souvenires, onde o visitante encontra “lembranças” dos episódios de corrupção como camisetas, algemas, aparelhos de escuta, além, é claro, da conhecida “cueca para o transporte de dólares”, peça íntima que caiu nas graças da opinião pública durante o Mensalão.


Neste período de eleição esse site cumpre um enorme papel, que é o de informar aos brasileiros sobre a história política do nosso país. Lembrem-se que a política não é um circo e que não precisamos eleger mais palhaços para nos representar no picadeiro.

site: http://www.muco.com.br/home.htm


quarta-feira, 6 de outubro de 2010

DOCUMENTOS DO TRÁFICO TRANSATLÂNTICO ON LINE

A Universidade Emory, de Atlanta /EUA, lançou recentemente banco de dados eletrônico, interativo e gratuito com o nome de Voyages. O arquivo, que se encontra disponível no site , contém cópia de quase 35.000 documentos originais acerca do tráfico transatlântico de escravos entre os séculos XVI e XIX, com listas de navios negreiros e as respectivas regiões de destino, e oferece planejamentos de aulas e outras ferramentas educacionais. As informações estão distribuídas por cinco regiões: Europa, África, América do Norte, Caribe e Brasil, esse último indicado como o país que "dominou" o tráfico de escravos.

Endereço:
http://www.slavevoyages.org/tast/index.faces

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Acervo digital sobre telecomunicações no Brasil


O conteúdo da revista Sino Azul, periódico publicado durante quase sete décadas pela antiga CTB (Companhia Telefônica Brasileira), está sendo disponibilizado para consulta pública na internet. Ao todo, 350 exemplares do título já podem ser acessados em formato digital. A Sino Azul começou a ser editada em 1920, tornando-se pioneira do gênero house-organ (publicação empresarial de circulação interna) no Brasil. Além do desenvolvimento da telefonia no país, a revista noticiou acontecimentos importantes como a Segunda Guerra Mundial, a construção do Cristo Redentor e a inauguração do estádio do Pacaembu. Suas páginas são importantes registros da história das telecomunicações no Brasil no século passado.

Endereço: http://www.colecaosinoazul.org.br/concurso/

sábado, 2 de outubro de 2010

Revista Brasileira de História


REVISTA BRASILEIRA DE HISTÓRIA - ANPUH
Disponibiliza no seu site todas as suas revistas com temas variados : História, Educação e Interdisciplinaridade; com ênfase em pesquisas sobre as relações entre história e ciências sociais ; diluição de fronteiras; o Enem e a criação da área de humanidades, o lugar da história nas sociedades contemporâneas.

site: http://www.anpuh.org/revistabrasileira/public

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

O Jornal do Brasil foi digitalizado - período 1890 a 2010

Depois de 119 anos de vida, muitos dos quais na vanguarda jornalística e na história do próprio país, o Jornal do Brasil deixou de circular em sua versão impressa no último dia 31 de agosto de 2010, conseqüência de anos de dívidas e problemas seguidos de gestão. Mas o Jornal do Brasil está longe de ser apagado da memória. E não, não estamos nos referindo à versão online do jornal, hoje a única existência do que um dia foi o JB, mas sim ao arquivo histórico do jornal, totalmente digitalizado e disponível gratuitamente para a sua consulta. Há alguns meses, está disponível na internet quase toda a coleção do Jornal do Brasil: de 1891 aos dias de hoje. O projeto de digitalização do arquivo histórico do jornal foi executado pelo Google, através de um acordo anunciado ainda no ano de 2008. A parceria levou para a internet mais de 17.608 de edições do jornal.

Site: http://news.google.com/newspapers?nid=0qX8s2k1IRwC

Fonte: Café História

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Instituto do Ceará


O Instituto do Ceará - histórico, geográfico e antropológico (fundado em 1887 em Fortaleza) possuí um site com parte do seu acervo digitalizado, nele encontramos as Revistas do Instituto, o acervo do Barão de Studart entre outros documentos e fontes.

http://www.institutodoceara.org.br/aspx/index.php?option=com_content&view=frontpage&Itemid=1

Diccionario Bio-bibliographico Cearense - Barão de Studart


Os historiadores cearenses utilizam de forma recorrente as fontes relacionadas ao Barão de Studart, principalmente o seu Dicionário Biográfico que contém os nomes e resumos da vida de diversas personalidades do século XIX no Ceará, o que poucos sabem é que já existe um site que possui as algumas informações dos 3 volumes em formato de pesquisa por nomes ou verbetes, no site:
http://www.ceara.pro.br/cearenses/Cearensesindex.asp?offset=1490

Ainda no mesmo site encontramos os seguintes links:

Fortaleza Antiga - É um trabalho desenvolvido pelo Arquivista Nirez (Miguel Ângelo de Azevedo) que permitiu a divulgação de fatos e comentários seus publicados na obra - Fortaleza Ontem e Hoje.

Fatos Históricos - É um trabalho de coletânea de dados históricos oriundo de várias obras, tendo como principais fontes: Cronologia Ilustrada de FORTALEZA Roteiro para um turismo histórico e cultural , Autor: Nirez, e artigos da Revistas do Instituto do Ceará - que contempla um total de mais de 20.000 fatos da História do Ceará (sempre crescente), onde há a possibildiade de se pesquisar por data ou por verbete um determinado fato da história.

Cearenses Ilustres - É uma coletânea de várias obras que contemplam biografias de cearenses, permitindo o acesso por Nome (de família ou de Guerra), bem como sobrenomes de famílias. Há catalogadas, cerca de 2.500 biografias de cearenses.

Instituto do Ceará - É o site OFICIAL do Instituto Histórico, Geográfico e Antropológico, instituição secular cearense, guardião da História e dos Homens de História. Neste menu você encontrará centenas de livros e artigos publicados pelos seus sócios fundadores e membros atuais, num total de 3200 artigos, 60.000 páginas de história.


http://www.ceara.pro.br/gerais/sobreosite.html

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Portal de períodicos da CAPES

O portal periodicos CAPES oferece acesso aos textos completos de artigos selecionados de mais de 15.475 revistas internacionais, nacionais e estrangeiras, e 126 bases de dados com resumos de documentos em todas as áreas do conhecimento. Inclui também uma seleção de importantes fontes de informação acadêmica com acesso gratuito na Internet.O uso do Portal é livre e gratuito para os usuários das instituições participantes. O acesso é realizado a partir de qualquer terminal ligado à Internet localizado nas instituições ou por elas autorizado.

Site: http://www.periodicos.capes.gov.br/portugues/index.jsp

domingo, 19 de setembro de 2010

Literatura e História


O Real Gabinete português de leitura inaugurado pela Princesa Isabe em 1887, disponibiliza obras raríssimas, datadas em sua maioria do século 19, devidamente digitalizadas. Curiosos e amantes de literatura e da língua portuguesa se deliciam com os manuscritos do romancista Camilo Castelo Branco de seu livro mais conhecido, Amor de Perdição (1862) e do Dicionário da Língua Tupy, de Gonçalves Dias (1858). Uma boa amostragem da correspondência pessoal de Castelo Branco também foi para a rede. Estudiosos de áreas diversas têm acesso fácil a documentos mandados da colônia a D. João VI em 1817, cartas régias assinadas pelo Marquês de Pombal, do século anterior, textos de autoria de Padre Antonio Vieira (não se sabe se grafado por ele ou por copistas), diplomas, ofícios, decretos, aquarelas, desenhos a bico de pena, além de atas de reuniões do Real Gabinete. As homenagens, no Brasil, por ocasião do tricentenário da morte de Camões, em 1880, foram assunto de uma série de cartas. São mais de 1,5 mil itens já contemplados. Com um zoom, mais do que observar a grafia e o léxico de tempos idos, é possível chegar aos detalhes de todos esses papéis, ver as ranhuras, as marcas do tempo. Foi para tentar diminuir esse impacto do passar dos anos que o projeto foi criado.

Site para pesquisa:
http://www.realgabinete.com.br/portalweb/Home/tabid/39/language/pt-PT/Default.aspx

fonte: http://wp.clicrbs.com.br/segundocaderno/2010/08/23/literatura-e-historia-online/

sábado, 11 de setembro de 2010

Acervo digitalizado do Museu Imperial


O projeto DAMI chega para concretizar o sonho de ver o riquíssimo acervo do Museu Imperial ao alcance de todos. Por meio deste banco de dados você poderá conhecer as nossas coleções em seus mínimos detalhes, tendo acesso ao conteúdo e às imagens correspondentes a cada item. Segundo a Equipe do Museu Imperial, a digitalização dos acervos de cunho patrimonial constitui "um imperativo às instituições que, reconhecendo a importância do meio virtual na sociedade contemporânea, anseiam por utilizar esta tecnologia como um meio de disseminação e conseqüente democratização do acesso à informação e ao conhecimento." E acrescentam: "a adoção destas novas tecnologias possibilita a implementação de uma eficaz política de preservação e proteção do acervo histórico e artístico, principalmente daqueles itens que se encontram mais frágeis e sujeitos à deterioração, devido ao seu constante manuseio.

http://www.museuimperial.gov.br/portal/projeto-dami

Inquisição para download




"Site da Biblioteca Nacional de Portugal oferece amplo acesso a documentos. Entre eles, sentenças da Inquisição. A Biblioteca Nacional de Portugal (BNP) é a maior biblioteca portuguesa e uma instituição de referência no panorama cultural, garantindo a recolha do patrimônio bibliográfico nacional, o seu processamento e preservação, disponibilizando-o à comunidade intelectual e científica e, através das novas tecnologias, assegurando a pesquisa bibliográfica em linha, a partir de qualquer parte do mundo. Dirigida atualmente por Jorge Couto, a BNP segue uma política muito parecida de outras grandes bibliotecas ocidentais: a articulação entre inovação tecnológica e a valorização do patrimônio. Em outras palavras, os atuais bibliotecários entendem que o lugar da biblioteca não é apenas o lugar da preservação, mas o lugar, principalmente, da divulgação, da partilha. Por isso, tais instituições investem cada vez mais em projetos de digitalização.Para quem procura por fontes históricas, o site da BNP também oferece uma bela viagem ao passado. É possível ler, na íntegra, jornais do século XIX, fazer download de séries inteiras em alta definição, além de acessar edições originais, manuscritos, cadernos de notas de antigos escritores e também visualizar objetos pertencentes a diversos intelectuais portugueses. No entanto, dentre todos os conteúdos desmobilizados ao público, é preciso dar destaque aos documentos referentes a Inquisição portuguesa. A BNP oferece coleções de listas impressas e manuscritas dos autos de fé públicos e particulares da Inquisição de Lisboa, além da coleção das mais célebres sentenças, cobrindo boa parte do século XVI e XVII.Tudo, claro, pode ser baixado gratuitamente pelo internauta. Imperdível para professores, pesquisadores ou simples apaixonados pela história." Confira no site abaixo:

http://www.bnportugal.pt/

Fonte: Café História

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Centro de documentação D. João VI

O Centro de Documentação D. João VI possui um acervo diversificado de períodicos, revistas, gravuras, fotos, cartografias, entre outas fontes. Essa Fundação é de Nova Friburgo, e fazia parte do projeto Pró-Memória, um importante acervo da cidade.

http://www.djoaovi.com.br/index.php?cmd=home

70 anos de cinema


O site 70 anos de cinema disponibiliza a história, a ficha técnica, os vídeos, as críticas e imagens sobre os filmes que marcaram a história da sétima arte. Boa diversão!

http://www.65anosdecinema.pro.br/paginaPrincipal.jsf?ixpg=1

Arquivo digitalizado do CPDOC


O Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil (CPDOC) da Fundação Getulio Vargas oferece aos usuários de sua página na internet fragmentos da História recente do país e da construção de Brasília. Imagens, textos e uma variada gama de documentos possibilitam acompanhar a saga da construção da cidade modernista, nascida para ser não apenas a nova capital, mas o ícone maior do Brasil como “país do futuro”. Navegue pelo dossiê; veja a riqueza das fontes que o CPDOC traz em seu acervo; passeie pelas fotos, ouça os depoimentos e assista às entrevistas especialmente realizadas para essa comemoração; contraste os planos políticos ao sonho urbanístico dos arquitetos e à realidade cotidiana dos operários, e forme sua opinião. Uma ateção especial ao Arquivo Gustavo Capanema: documentos sobre o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), destacando-se recenseamento e estatísticas sobre a situação do ensino no Brasil e estudo para transferência da Capital da República (1942). Rio de Janeiro. De 08 jan. 1940 a 24 out. 1945. (FGV/CPDOC, Arq. GC g 1940.01.08).

http://cpdoc.fgv.br/brasilia

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Projeto Brasil Memória das Artes - FUNARTE


Desde o início dos anos 2000, a Funarte (Fundação Nacional de Artes) vem adaptando seu acervo para se tornar acessível a um número cada vez maior de brasileiros. Desta forma, a instituição tem organizado itens variados que compõem sua vasta coleção –fotos, arquivos sonoros, textos, documentos – para serem digitalizados e disponibilizados ao público, na internet.

http://www.funarte.gov.br/brasilmemoriadasartes/

História da imigração - Arquivo Público de SP disponibiliza um vasto acervo digitalizado sobre os imigrantes


Este site visa contribuir com a ampliação dos saberes sobre a imigração em São Paulo tanto para os estudiosos do tema como para o cidadão em geral, divulgando ainda a riqueza documental do Arquivo Público do Estado de São Paulo no que se refere a esse tema. Nele podem ser encontrados uma série de documentos relativos à questão imigratória em São Paulo, como passaportes de imigrantes ou listas de bordo, dando destaque à documentação oficial da Inspetoria de Terras, Colonização e Imigração da Secretaria da Agricultura, Comércio e Obras Públicas. Esta fonte de inúmeras informações sobre a vida dos imigrantes em São Paulo pode ser acessada integralmente em versão digital a partir da referência de um nome ou localidade de destino. Complementar à documentação manuscrita da Inspetoria de Terras são os relatórios da Secretaria da Agricultura, reproduzidos em formato digital. Também podem ser visualizados na íntegra exemplares de jornais produzidos por imigrantes de diversas etnias e imagens fotográficas e cartográficas que compõem a temática em foco. Estudos sobre o tema podem ser verificados nos textos publicados pelo Arquivo em suporte impresso ou digital como também em sua exposição virtual sobre a Imigração em São Paulo.

http://www.arquivoestado.sp.gov.br/imigracao/index.php

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Revistas do IHGB digitalizadas


Circulando regularmente desde 1839, a Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro é uma das mais longevas publicações especializadas do mundo ocidental. Destina-se a divulgar a produção do corpo social do Instituto, bem como contribuições de historiadores, geógrafos, antropólogos, sociólogos, arquitetos, etnólogos, arqueólogos, museólogos e documentalistas de um modo geral. Possui periodicidade trimensal, sendo o último número de cada ano reservado ao registro da vida acadêmica do IHGB e demais atividades institucionais. A coleção completa da Revista encontra-se disponível para consulta on line, no endereço:

http://www.ihgb.org.br/publi1.php

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Brasiliana - uma biblioteca na internet


A Coleção Brasiliana reúne 415 volumes de autores brasileiros e estrangeiros que retrataram o país nos campos da História, Sociologia, Antropologia e História Natural, entre muitos outros. O projeto Brasiliana Eletrônica apresenta a versão digitalizada da Coleção Brasiliana. As obras foram revisadas, sua ortografia atualizada, e são acompanhadas de apresentações críticas e biografias dos autores, preparadas por especialistas acadêmicos.

http://www.brasiliana.com.br/

domingo, 29 de agosto de 2010

Acervo de História oral e imagem


Criado em 1982, o Laboratório de História Oral e Imagem - LABHOI compõe o programa de atividades acadêmicas do Departamento de História da UFF, integrando ensino, pesquisa e extensão universitária. Constitui-se como arquivo de fontes orais, visuais e digitais e como centro de referência de história oral e da imagem. Enquanto grupo de pesquisa, tem por objeto de estudo as relações entre História e Memória e se organiza em torno de quatro linhas de pesquisa: Memória e Escravidão; Memória e Cidade; Memória e Política; Memória e Mídia. Desenvolve ainda parcerias com instituições nacionais e internacionais, sendo membro fundador da Associação Brasileira de História Oral - ABHO.

http://www.historia.uff.br/labhoi/

sábado, 28 de agosto de 2010

História quantitativa do Brasil - site do IBGE

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística apresenta um vasto conjunto de arquivos em Excel com informações estatísticas sobre a realidade brasileira. Tais informações foram extraídas dos 64 volumes do Anuário Estatístico do Brasil, publicados entre 1916 e 2000, e da publicação Estatísticas Históricas do Brasil: séries econômicas, demográficas e sociais de 1550 a 1988, cujas séries foram complementadas com informações de outras fontes oficiais de dados. Esta nova edição, ora disponibilizada neste site inclui, além dos arquivos Excel, arquivos PDF de cópias fac-similares das tabelas dos anuários estatísticos referentes às estatísticas demográficas, sociais, políticas e culturais, publicadas apenas em papel até 1994; desde 1995, as tabelas em formato Excel, bem como o Anuário Estatístico em sua integralidade, vêm sendo publicadas também em meio digital. Esses dois conjuntos de arquivos, em formato Excel e em formato PDF, até 1994, são o espelho um do outro: são idênticos os índices, a ordem cronológica e os títulos das tabelas. Contêm, ainda, um idêntico sistema de busca por temas. As informações estatísticas estão organizadas em duas partes: uma, com as estatísticas demográficas, sociais, políticas e culturais; e outra, com as estatísticas econômicas, distribuídas em 326 séries históricas.

http://www.ibge.gov.br/seculoxx/default.shtm#

E o site do Brasil 500 anos de povoamento:

http://www.ibge.gov.br/brasil500/index2.html



Coleção digital de fotografias do IBGE


Existem 15489 fotografias disponíveis nesta coleção digital da biblioteca do IBGE, com imagens de todo o Brasil em diversas situações e acontecimentos, para quem busca uma fonte para completar sua pesquisa, derrepente ela pode estar neste site.

http://biblioteca.ibge.gov.br/colecao_digital_fotografias.php

Obras completas do Machado de Assis


O Ministério da Educação possui um site especial com a obra completa do Machado de Assis. Encontram-se os textos completos dos seus romances, crônicas, poesias, contos e peças de teatro, além de outras informações sobre esse autor. O objetivo é que a sua obra chegue a qualquer usuário da internet, em edições confiáveis e gratuitas. Resultado de uma parceria entre o Portal Domínio Público - a biblioteca digital do MEC - e o Núcleo de Pesquisa em Informática, Literatura e Lingüística (NUPILL), da Universidade Federal de Santa Catarina, o projeto teve como propósito organizar, sistematizar, complementar e revisar as edições digitais até então existentes na rede, gerando o que se pode chamar de Coleção Digital Machado de Assis.

http://machado.mec.gov.br/index.php

Para quem pesquisa a História da Ciência


A Revista Popular Science que faz 137 anos que publica mensalmente as novidades sobre a ciência e a tecnologia fez uma parceria com a Google e disponibilizou todos o seu acervo de forma digital desde o primeiro em 1872 até hoje. A pesquisa pode ser feita por edições, palavras ou temas. Boa pesquisa!

endereço:
http://books.google.com/books?id=Ge_B-61tEqIC&hl=pt-BR&source=gbs_all_issues_r&cad=1