Pular para o conteúdo principal

Post mortem Photos



Durante o século XIX, era comum que as pessoas ao morrer fossem fotografados. Esta atividade se chama Post mortem Photos.Isso pode até parece mórbido hoje, mas naquele tempo, isso era um costume natural. Os álbuns dos mortos eram uma espécie de negação da morte ao mesmo tempo que tornavam-se coisas guardadas pela família para lembrar dos entes queridos. Além disso, fotos nesta época eram um grande luxo. A fotografia em si era algo bem caro e funcionava como última homenagem aos falecidos.Dada a circunstância de fotografar a pessoa ainda fresca, eram criados verdadeiros cenários elaborados com composições muitas vezes complexas de estúdio para fazer os álbuns dos mortos. Em outros casos, depois de instalado o rigor mortis, era necessário inventar situações complicadas para a foto ficar natural, isso envolvia colocar calços sob cadeiras e inclinar a maquina para que a cena se ajustasse a posição fixa do cadáver.Para essas fotos o importante era fazer parecer que as pessoas estavam dormindo. Com isso, era comum fotos de grupos de mortos e também de pessoas vivas sentados fazendo poses com cadáveres. Grande parte das Fotos de bebês eram coloridas artificialmente para dar um tom de vida ao cadáver infante. O mais estranho é que o site ebay no endereço (http://collectibles.shop.ebay.com/Collectibles-/1/i.html?_nkw=post+mortem&_sop=1) tem uma página de vendas dessas fotos...fazer o que,para alguns isso vale dinheiro!

Comentários

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Revista "O Cruzeiro" foi digitalizada

Todo o acervo da revista "O Cruzeiro" foi digitalizado, sua atuação foi pelos anos 20 até meados dos anos setenta, era especializado em biografias de pessoas famosas da recente História do Brasil.De acordo com o editorial do site: “ Não são reproduções de páginas de O Cruzeiro. É uma versão on line mesmo. Com atualização semanal, o internauta poderá ver a capa da revista, entrar no sumário, escolher a matéria, ler na íntegra, ver as fotos tratadas... do mesmo jeito que se vê no site de uma revista atual” . Lá, será possível se encantar com a primeira edição, de 1928, e a última, de 1975. Também estão disponíveis as dez primeiras capas e outras curiosidades. Site: http://www.memoriaviva.com.br/ocruzeiro/

O Jornal do Brasil foi digitalizado - período 1890 a 2010

Depois de 119 anos de vida, muitos dos quais na vanguarda jornalística e na história do próprio país, o Jornal do Brasil deixou de circular em sua versão impressa no último dia 31 de agosto de 2010, conseqüência de anos de dívidas e problemas seguidos de gestão. Mas o Jornal do Brasil está longe de ser apagado da memória. E não, não estamos nos referindo à versão online do jornal, hoje a única existência do que um dia foi o JB, mas sim ao arquivo histórico do jornal, totalmente digitalizado e disponível gratuitamente para a sua consulta. Há alguns meses, está disponível na internet quase toda a coleção do Jornal do Brasil: de 1891 aos dias de hoje. O projeto de digitalização do arquivo histórico do jornal foi executado pelo Google, através de um acordo anunciado ainda no ano de 2008. A parceria levou para a internet mais de 17.608 de edições do jornal. Site: http://news.google.com/newspapers?nid=0qX8s2k1IRwC Fonte: Café História